
A lição de hoje apresenta a forma como o profeta aborda o
sofrimento humano em contraposição à misericórdia do SENHOR. Diante da ação de um inimigo poderoso, DEUS,
traz a salvação a seus filhos.
O capítulo 37 deste livro tem uma estrutura
complexa, mas que considero também completa por que trata de fatos e ações,
assim vejamos: na primeira parte trata do ultimato de Senaqueribe e de sua
arrogância que lemos nos últimos versículos do capítulo 36 : de 16 a 20; em
segundo presenciamos a atitude do rei Ezequias quanto ao fato do poder bélico
do inimigo, que entrando na casa do SENHOR, foi a busca de segurança; e em
terceiro e ultima parte participamos com prazer espiritual na resposta e ação
de DEUS no contexto da crise, modificando com seu maravilhoso poder o desfecho
da situação. O fim era próximo, não
havia luz de raciocínio que indicasse algum desfecho favorável. Pouco restava a
fazer.
Mas ainda no cap 37 : 4 em seu final, veio a orientação tão esperada,
“faze oração pelo resto que ficou”. A subsistência de tudo que ainda restava
dependia da intervenção do SENHOR DEUS. E mais uma vez os servos do e receberam a afirmação do SENHOR, que disse Não Temas.
Capítulo 38: O rei com sua vulnerabilidade humana apresentava um grave quadro
de doença mortal e que tudo indica que já estava em estágio avançado. Sendo o profeta
Isaias trouxe-lhe o desengano afirmando
para por em ordem a tua casa, porque morrerás e não viverás (v:1); Como toda
ação grave provoca uma reação, Ezequias diante desta afirmação não perde tempo
e corre a orar ao SENHOR solicitando misericórdia, apresentando sua lembrança
de servo fiel; DEUS lhe atendendo seu pedido, concedeu-lhe uma sobrevida de
mais 15 anos, apresentando seu poder em um retrocesso de tempo (diz o livro
santo “retrocedeu dez graus no tempo”; e termina este capítulo apresentando o remédio
para a cura de Ezequias.
Capítulo 39: Relata os tempos de paz mas também
apresenta prenuncio de sofrimento.
O capítulo conta a historia do
restabelecimento da saúde do rei, todavia, termina com uma profecia sombria.
Mas a pergunta que fundamenta a narrativa é: por que o servo do SENHOR trava
relações tão perigosas? No início relata o restabelecimento do rei e sua
atenção facilitada aos visitantes do Norte, cidadela que ainda não era
conhecida como potencia cuja ascensão se daria pelos idos de 605 a.C. Então o
rei Ezequias exagerando em simpatia, abriu aos convidados sua sala de tesouros. ( v: 2); Em Jeremias
17: 5 foi afirmado por este mencionado profeta o seguinte: “Pobre do homem que
confia no homem”; Consequência que causou a profecia proferida por Isaias no
vers: 6; Mas o rei Ezequias só conseguia contemplar o seu tempo, nada mais
importando. Em conseqüência disto tornou-se descuidado, ostentou todo seu reinado a estranhos. Assim começou a
derrocada de Judá.
Capítulo 40 em diante relata o futuro glorioso, a
restauração. Constituem em o “Livro da Consolação”, porque neles Isaias fala em
palavras luminosas, não só da restauração de Judá, mas da vinda do “Servo de
Jeová”, que seria o Rei Messias. A restauração é garantida porque eles precisam
voltar à sua própria terra a fim de preparar o caminho para a vinda do Messias,
o Servo de Jeová, que iria remir o seu povo;
Capítulo 41: Tem como conteúdo “Jeová é o único DEUS; Israel deve ter
confiança unicamente nele”; Capítulo 42: Afirma a vinda daquele que trará boas
novas;
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