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quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Lição nº 7 – Isaias 40: 9 – 17 de novembro de 2013.

A lição de hoje apresenta a forma como o profeta aborda o sofrimento humano em contraposição à misericórdia do SENHOR.   Diante da ação de um inimigo poderoso, DEUS, traz a salvação a seus filhos. 

O capítulo 37 deste livro tem uma estrutura complexa, mas que considero também completa por que trata de fatos e ações, assim vejamos: na primeira parte trata do ultimato de Senaqueribe e de sua arrogância que lemos nos últimos versículos do capítulo 36 : de 16 a 20; em segundo presenciamos a atitude do rei Ezequias quanto ao fato do poder bélico do inimigo, que entrando na casa do SENHOR, foi a busca de segurança; e em terceiro e ultima parte participamos com prazer espiritual na resposta e ação de DEUS no contexto da crise, modificando com seu maravilhoso poder o desfecho da situação.   O fim era próximo, não havia luz de raciocínio que indicasse algum desfecho favorável. Pouco restava a fazer. 

Mas ainda no cap 37 : 4 em seu final, veio a orientação tão esperada, “faze oração pelo resto que ficou”. A subsistência de tudo que ainda restava dependia da intervenção do SENHOR DEUS. E mais uma vez os servos do e receberam a afirmação do SENHOR, que disse Não Temas. 

Capítulo 38: O rei com sua vulnerabilidade humana apresentava um grave quadro de doença mortal e que tudo indica que já estava em estágio avançado. Sendo o profeta Isaias  trouxe-lhe o desengano afirmando para por em ordem a tua casa, porque morrerás e não viverás (v:1); Como toda ação grave provoca uma reação, Ezequias diante desta afirmação não perde tempo e corre a orar ao SENHOR solicitando misericórdia, apresentando sua lembrança de servo fiel; DEUS lhe atendendo seu pedido, concedeu-lhe uma sobrevida de mais 15 anos, apresentando seu poder em um retrocesso de tempo (diz o livro santo “retrocedeu dez graus no tempo”; e termina este capítulo apresentando o remédio para a cura de Ezequias.

Capítulo 39: Relata os tempos de paz mas também apresenta prenuncio de sofrimento. 
O capítulo conta a historia do restabelecimento da saúde do rei, todavia, termina com uma profecia sombria. Mas a pergunta que fundamenta a narrativa é: por que o servo do SENHOR trava relações tão perigosas? No início relata o restabelecimento do rei e sua atenção facilitada aos visitantes do Norte, cidadela que ainda não era conhecida como potencia cuja ascensão se daria pelos idos de 605 a.C. Então o rei Ezequias exagerando em simpatia, abriu aos convidados  sua sala de tesouros. ( v: 2); Em Jeremias 17: 5 foi afirmado por este mencionado profeta o seguinte: “Pobre do homem que confia no homem”; Consequência que causou a profecia proferida por Isaias no vers: 6; Mas o rei Ezequias só conseguia contemplar o seu tempo, nada mais importando. Em conseqüência disto tornou-se descuidado, ostentou  todo seu reinado a estranhos. Assim começou a derrocada de Judá. 

Capítulo 40 em diante relata o futuro glorioso, a restauração. Constituem em o “Livro da Consolação”, porque neles Isaias fala em palavras luminosas, não só da restauração de Judá, mas da vinda do “Servo de Jeová”, que seria o Rei Messias. A restauração é garantida porque eles precisam voltar à sua própria terra a fim de preparar o caminho para a vinda do Messias, o Servo de Jeová, que iria remir o seu povo;  Capítulo 41: Tem como conteúdo “Jeová é o único DEUS; Israel deve ter confiança unicamente nele”; Capítulo 42: Afirma a vinda daquele que trará boas novas;

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